Dra. Daniele Ogg

Endoscopia Digestiva Alta

Avaliação detalhada do esôfago, estômago e duodeno para investigação de refluxo, gastrite, úlceras, sangramentos e outras condições do esôfago, estômago e duodeno, com conforto e segurança. 

A endoscopia digestiva alta é o exame que permite visualizar diretamente o interior do esôfago, do estômago e do duodeno (a primeira porção do intestino delgado). Com ele, é possível investigar sintomas como azia, queimação, dor no estômago e dificuldade para engolir, além de identificar e acompanhar condições como refluxo, gastrite, úlceras e sangramentos, sempre com conforto e segurança para o paciente.

Em Londrina, a Dra. Daniele Ogg, especialista em gastroenterologia e endoscopia digestiva, realiza o exame com atenção individualizada, desde a orientação do preparo até a explicação detalhada do resultado.

O que é a endoscopia digestiva alta?

Também chamada de esofagogastroduodenoscopia (EGD), a endoscopia é feita com um aparelho fino e flexível, o endoscópio, que possui uma microcâmera na ponta. Ele é introduzido pela boca e transmite imagens em alta definição para um monitor, permitindo à médica avaliar a mucosa do trato digestivo alto em detalhes.

Durante o exame, quando necessário, é possível coletar pequenas amostras de tecido (biópsias) para análise laboratorial, realizar o teste da urease para Helicobacter pylori e, em alguns casos, tratar lesões no mesmo procedimento.

Quando a endoscopia é indicada?

A indicação é sempre feita após avaliação clínica. Os motivos mais comuns incluem:

  • Azia, queimação ou regurgitação frequentes (suspeita de doença do refluxo gastroesofágico);

  • Dor ou desconforto na parte superior do abdome, sensação de estômago cheio e má digestão (dispepsia);

  • Náuseas e vômitos persistentes;

  • Dificuldade ou dor para engolir;

  • Anemia sem causa definida ou suspeita de sangramento digestivo;

  • Perda de peso sem explicação;

  • Pesquisa e controle de tratamento da bactéria Helicobacter pylori;

  • Investigação de doença celíaca;

  • Acompanhamento de condições como esôfago de Barrett, gastrite atrófica e pólipos gástricos;

  • Rastreamento de lesões precoces em pacientes com fatores de risco.

O que o exame pode diagnosticar

  • Esofagite e complicações do refluxo;

  • Gastrite e duodenite;

  • Úlceras gástricas e duodenais;

  • Hérnia de hiato;

  • Infecção por H. pylori;

  • Pólipos, tumores e lesões pré-malignas;

  • Varizes de esôfago;

  • Sinais de doença celíaca e outras alterações da mucosa.

Como se preparar para a endoscopia

O preparo é simples, mas fundamental para a segurança e a qualidade do exame:

  1. Jejum: geralmente de 8 horas para alimentos e de algumas horas para líquidos claros, conforme orientação recebida;

  2. Medicamentos: informe todos os remédios em uso, especialmente anticoagulantes, antiagregantes, medicamentos para diabetes e canetas para emagrecimento (como semaglutida e tirzepatida), que podem exigir ajustes ou suspensão prévia;

  3. Acompanhante: é obrigatório vir acompanhado de um adulto, pois o exame é feito sob sedação;

  4. Documentos: traga pedido médico, documento com foto, carteirinha do convênio e exames anteriores, se houver.

Como é feito o exame

O paciente é posicionado deitado de lado e recebe sedação endovenosa, com monitorização contínua dos sinais vitais. Um protetor bucal é colocado para proteger os dentes e o aparelho. A médica então examina cuidadosamente cada segmento, registrando imagens e, se indicado, coletando biópsias.

O procedimento dura, em média, de 10 a 20 minutos. Em seguida, o paciente permanece em observação até se recuperar da sedação.

Após o exame

  • É normal sentir leve desconforto na garganta ou sensação de estufamento, que passam em poucas horas;

  • A alimentação pode ser retomada logo após a liberação, iniciando com alimentos leves;

  • Não é permitido dirigir ou realizar atividades que exijam atenção até o dia seguinte;

  • Procure atendimento se houver dor abdominal intensa, febre, vômitos com sangue ou fezes escuras.

Por que realizar a endoscopia com a Dra. Daniele Ogg

O exame é mais do que uma imagem: é parte de um cuidado contínuo. A Dra. Daniele Ogg une a experiência em endoscopia digestiva ao olhar clínico da gastroenterologia, o que permite interpretar os achados no contexto dos seus sintomas e definir, junto com você, o melhor tratamento e acompanhamento.

Perguntas frequentes

A endoscopia digestiva alta dói?

O exame é realizado sob sedação, acompanhada por médico anestesista ou pela equipe responsável, o que torna o procedimento confortável. A maioria dos pacientes não se lembra do exame.

Quanto tempo dura a endoscopia?

O exame em si costuma durar entre 10 e 20 minutos. Considerando a preparação e a recuperação da sedação, o paciente permanece na clínica por cerca de 1 a 2 horas.

Qual o jejum necessário para a endoscopia?

Em geral, recomenda-se jejum de 8 horas para alimentos sólidos e de 2 a 4 horas para água, mas as orientações podem variar conforme cada caso. Siga sempre as instruções recebidas no agendamento.

Posso dirigir depois do exame?

Não. Por causa da sedação, é necessário estar acompanhado de um adulto e não dirigir, operar máquinas ou tomar decisões importantes até o dia seguinte.

Quando recebo o resultado?

O laudo descritivo costuma ser entregue logo após o exame. Quando há coleta de biópsia, o resultado anatomopatológico fica pronto em alguns dias e é discutido em consulta.

Agende sua endoscopia em Londrina

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Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individualizada.